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Revista Comunicar nº75 disponível para leitura

Revista Comunicar nº75 disponível para leitura

 

"Finalizamos mais uma edição da Revista Comunicar disponível gratuitamente para leitura através do site do CFFa e também em todos os dispositivos móveis. Nesta edição que fechamos o ano de 2017, temos reportagens atuais sobre os principais fatos da Fonoaudiologia, como a reportagem de capa que fala sobre a publicação do Protocolo dos Distúrbios de Voz Relacionado ao Trabalho, uma luta antiga de várias entidades entre elas o Sistema de Conselhos, que agora aguarda a publicação pelo Ministério da Saúde.

Nessa edição trazemos também na editoria de ‘Fono na Política’, uma matéria sobre o acordo firmado entre os Conselhos Federais de Fonoaudiologia e Psicologia para o uso da Coleção de Testes Neupsilin pelos profissionais fonoaudiólogos.

Na entrevista temos um bate-papo com a fonoaudióloga Maria Cristina Borges de Oliveira, que já foi conselheira federal, e nos conta sobre a importância do processo de Acreditação Nacional e Internacional em rede hospitalar. A entrevista aborda como as normas técnicas e processos que priorizam a segurança e qualidade, contribuem fortemente para as melhores práticas na assistência ao paciente.

A Revista Comunicar nº 75 anuncia também a criação da nova especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia: “Fluência”, normatizada pela Resolução CFFa nº 507/2017.

Nossa editoria de eventos lista os principais congressos da área para 2018, e temos também na editoria “Conselho Orienta” uma matéria sobre a utilização dos Parâmetros Assistenciais em Fonoaudiologia. Acompanhe também, na Voz dos Conselhos Regionais, seu o trabalho e atividades.

Boa Leitura e até 2018!

Thelma Costa

Presidente CFFa"

 

(Fonte: http://www.fonoaudiologia.org.br/cffa/index.php/2017/12/revista-comunicar-no75-disponivel-para-leitura/)

Campanha Dia do Fonoaudiólogo 2017

09 de dezembro - Dia do Fonoaudiólogo   


Ser Fono é, cuidar da comunicação em todas as etapas da vida. O fonoaudiólogo atua nos cuidados com os bebês, crianças, jovens, adultos e pessoas idosas em diversos locais: escolas,hospitais, consultórios, clínicas e no SUS. Seus conhecimentos nas áreas da linguagem oral e escrita, fluência, motricidade orofacial, disfagia, voz e audição são importantes para a promoção da saúde e qualidade de vida.

Para acessar o material campanha, basta clicar em CARTAZ ou FOLDER

Fonte: Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa

Nota Pública: Contra a Graduação a Distância na Área da Saúde

Nota Pública: Contra a Graduação a Distância na Área da Saúde

Formação com Qualidade na Área da Saúde somente na Modalidade Presencial! 


A Constituição Federal (CF) de 1988 determina, em seu Art. 196, que “a Saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Para isso, é fundamental que a formação dos(as) trabalhadores(as) da área da saúde ocorra na modalidade presencial, pois ela apresenta uma singularidade que inviabiliza a oferta dos cursos de graduação na modalidade de Educação a Distância (EaD): a formação em saúde não pode ocorrer de forma dissociada do trabalho em saúde, ou seja, é imprescindível a integração entre o ensino, os serviços de saúde e a comunidade.

Além disso, a modalidade EaD desconsidera que a educação na saúde requer interação constante entre os(as) trabalhadores(as) da área, estudantes e usuários(as) dos serviços de saúde, para assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do atendimento prestado aos indivíduos, famílias e comunidades. Deste modo, os(as) estudantes precisam ser inseridos(as) nos cenários de práticas do Sistema Único de Saúde (SUS) e outros equipamentos sociais desde o início da formação, integrando teoria e prática, o que lhes garantirá compromissos com a realidade de saúde do seu país e sua região.

A formação na área da saúde não se limita a oferecer conteúdos teóricos. Para além dos conhecimentos requeridos para a atuação profissional, ela exige o desenvolvimento de habilidades e atitudes que não podem ser obtidas por meio da modalidade EaD, sem o contato direto com o ser humano, visto tratar-se de componentes da formação que se adquirem nas práticas inter-relacionais. A aprendizagem significativa, que se realiza nos encontros e no compartilhamento de experiências, pressupõe convivência, diálogo e acesso a práticas colaborativas, essencialmente presenciais.

Importante observar que a maioria dos cursos de graduação presenciais da área não preenche o número de vagas ofertadas, o que demonstra não apenas a impropriedade, como também a desnecessidade social da EaD na saúde. Portanto, para estes cursos, não se deve utilizar a modalidade a distância com a justificativa de atingir metas estipuladas de ampliação do acesso à educação superior, sendo necessário um debate aprofundado sobre políticas públicas de ensino, a fim de quesejam consideradas as necessidades sociais para todos os cursos de graduação. Ressalte-se que não nos referimos aqui às oportunas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em cursos superiores na modalidade presencial, que, devidamente utilizadas, promovem e qualificam os processos pedagógicos.

Neste sentido, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), por meio da Resolução nº 515/2016, posicionou-se contrariamente à autorização de todo e qualquer curso de graduação em saúde ministrado na modalidade EaD, pelos prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação de seus profissionais, bem como pelos riscos que estes(as) trabalhadores(as) possam causar à sociedade, imediato, a médio e a longo prazos, refletindo uma formação inadequada e sem a necessária integração ensino-serviço-comunidade.

Entretanto, ocorre hoje no país um crescimento exponencial e desordenado da graduação a distância na área da saúde, e os diagnósticos situacionais revelam um quadro incompatível para o adequado exercício profissional. O Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017, permite o credenciamento de Instituições de Educação Superior exclusivamente para oferta de cursos de graduação na modalidade a distância, sem prever um tratamento diferenciado para a área da saúde.

Assim, objetivando a garantia da segurança e resolubilidade na prestação dos serviços de saúde à população brasileira, esta Nota Pública reafirma que a formação dos(as) trabalhadores(as) da área da saúde deve ocorrer por meio de cursos presenciais.

Somos contrários à autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação da área da saúde ministrados na modalidade a distância!

A saúde pública merece respeito!

A graduação em saúde a distância coloca em risco a segurança da população!

A Voz do CREFONO 5 - Revista Comunicar

Pode parecer notícia antiga, mas não é. Depois de muitos anos de espera a primeira sede da Apae foi inaugurada em Boa Vista, capital de Roraima. Foram 63 anos de espera desde que a primeira experiência aconteceu no Brasil. Leia mais na editoria A Voz do Crefono 5  da Revista Comunicar, edição 74, CLICANDO AQUI

Conciliação - 2017

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